segunda-feira, 25 de julho de 2011

Aliados contra depressão

Na depressão é comum a queda nos níveis de serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de “bem estar”, além de ocorrer um grande estresse metabólico.
A nutrição pode ser uma grande aliada, melhorando e prevenindo os sintomas da doença.
Para que o organismo consiga sintetizar serotonina, alguns nutrientes são necessários, descubra quais são eles:
Triptofano: aminoácido que é convertido em serotonina no organismo, porém este depende de alguns cofatores para que esta conversão aconteça (vitamina C, B6, B9, B12, Magnésio e ácido fólico)
Onde encontrar triptofano?  Carne, ovos, peixe, banana, nozes, abacate
Vitamina C: frutas, legumes e verduras
Vitamina B6: cereais integrais, oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas), aveia, banana, gergelim
Vitamina B9 (ácido fólico): vegetais verde-escuros e gema de ovo
Vitamina B12: carnes, peixes, ostras e mariscos
Magnésio: vegetais verde-escuros, oleaginosas, cereais integrais, semente de abóbora

Gordura do bem: Ômega 3
Estudos apontam que indivíduos deprimidos apresentam níveis mais baixos de ômega 3, quando comparados a indivíduos sadios. O ômega 3 é fundamental para as funções cerebrais normais de um indivíduo, sendo uma gordura fundamental no tratamento e prevenção de depressão
Presente em peixes (atum, sardinha, salmão, arenque, truta), semente de linhaça, nozes, agrião e espinafre.
Quanto consumir: Peixes – pelo menos 1x por semana
Linhaça: 1 colher de sopa por dia (pode ser acrescentada em sucos, frutas, ou até mesmo na comida) – Deve ser triturada na hora do consumo

Chocolate: pode?
O cacau contém substâncias que estimulam a liberação de serotonina, além de ter um ótimo perfil de antioxidante, que ajuda no combate de radicais livres gerados pelo estresse metabólico. Os benefícios estão relacionados ao cacau, portando nada de se entupir de chocolate cheio de leite e açúcar, quanto maior a quantidade de cacau presente, melhor.
Quanto consumir:  até 30 gramas de chocolate  meio amargo sem açúcar

A dieta deve ser adequada em relação a proteínas, uma vez que o excesso de proteína, favorece o quadro de depressão, por diminuir os níveis de serotonina no organismo. A ingestão de carboidratos, deve ser levado em conta, pois também pode desequilibrar a produção de serotonina. Além disso o excesso de cafeína, álcool, gordura trans e açúcar são fatores que desequilibram o estado emocional, devendo assim serem evitados.

É importante lembrar que os alimentos não substituem medicamentos, principalmente em casos de doenças emocionais graves, mas complementam os tratamentos tradicionais.



“Não faças do amanhã o sinônimo de nunca, nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais. Teus passos ficaram. Olhes para trás … mas vá em frente pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te” (Charles Chaplin)



quinta-feira, 26 de maio de 2011

Stand up - Rafinha Bastos

Fantástico Rafinha Bastos com um "Stand Up" falando de NUTRICIONISTA
"Nutricionista é a médica responsável por humilhar sua vida!"


terça-feira, 24 de maio de 2011

AZEITE DE OLIVA

O azeite é um dos principais alimentos da dieta mediterrânea, que tem sido associada a menores incidências de doença arterial coronariana e certos tipos de câncer
Auxilia na redução de LDL (mau colesterol) do organismo, além de reduzir o risco de infarto ou AVC (derrame), uma vez que o consumo regular do óleo de oliva reduz a formação de placas de ateroma nas paredes dos vasos sanguíneos. Além disso possui propriedades anticancerígenas, antiinflamatória e ação hipotensora (diminui a pressão arterial).
Outro fator importante para a saúde é que o óleo de oliva previne oxidações biológicas porque é rico em polifenóis, substâncias que reduzem a formação de radicais livres. Os radicais livres são muito nocivos a saúde, pois são responsáveis pelo envelhecimento, e doenças degenerativas, tendo como exemplo o câncer.
Para as mulheres preocupadas com a aparência, o produto apresenta uma vantagem a mais pois é considerado um dos elementos que retardam o envelhecimento contribuindo, inclusive, com maior proteção à pele. Alguns povos mediterrâneos utilizam o produto em cosméticos, como ingrediente da formulação de cremes para  pele.
Classificação do azeite de oliva:
Extravirgem: acidez é menor que 0,8%, extração a frio, prensagem no máximo
24 horas após a colheita. O azeite extravirgem  contém maior concentração de antioxidandes.
Virgem: acidez entre 0,8% a 2%.
Virgem lampante: acidez maior que 2%. Destinam-se
exclusivamente para uso industrial na mistura com outros azeites
de oliva.
Refinado: azeites com grau de acidez maior que 2% →submetidos ao
refino→ produto resultante tem acidez não superior a 3%; O azeite
refinado não é vendido aos consumidores e destinam-se
exclusivamente a utilização industrial, ou seja, são misturados com
outros azeites de oliva.
 
Na hora de comprar: O melhor azeite é o extra-virgem, prensado a frio, acidez até 0,5%, com embalagem de vidro escuro, seguida da embalagem de lata escura, vidro transparente, sendo a embalagem de plástico a última opção a ser escolhida.

Forma de consumo: Utilize em preparações frias como saladas, por exemplo. Evite aquecer, pois quando aquecido muitas propriedades são perdidas. Jamais utilize para frituras.

Quanto consumir: aproximadamente 1 colher de sopa/dia.

Mas atenção, apesar dos benefícios, o azeite, assim como qualquer outra gordura, deve ser consumido com moderação, uma vez que apenas 1 grama de azeite, ou qualquer outro óleo, fornece 9 calorias.
Boa dica:  Você pode utilizar como substituto da manteiga ou margarina para passar no pão. Uma sugestão é congelar o azeite. Coloque em um potinho e deixe no congelador, se desejar utilize ervas para temperar.

domingo, 22 de maio de 2011

Características da alimentação complementar

                A OMS define como alimentação complementar o período durante o qual outros alimentos e líquidos, que contenha nutrientes, começam a ser oferecidos à criança, junto complementando o aleitamento materno. Quando um alimento complementar é especificamente preparado para atender a demanda da criança, esse alimento é definido como alimento de transição. Quando os alimentos oferecidos à criança são os mesmos consumidos pelos outros membros da família são chamados alimentos da família.
                Os alimentos complementares são necessários, uma vez que as necessidades nutricionais da criança aumentam com a idade, principalmente as necessidades de energia e alguns nutrientes, e o leite materno sozinho não tem mais a capacidade de suprir essas necessidades.
                Além de suprir as necessidades nutricionais, a partir dos seis meses a introdução da alimentação complementar aproxima progressivamente a criança aos hábitos alimentares de quem cuida dela e exige todo um esforço adaptativo a uma nova fase do ciclo de vida, na qual lhe são apresentados novos sabores, cores, aromas, texturas e sabores
Inicialmente os alimentos devem ser macios, amassados, sem no entanto serem liquidificado ou peneirados e posteriormente podem ser desfiados, picados ou cortados em pequenos pedaços.
A introdução de novos alimentos deve ser lenta e gradual, deixando um período de 3 a 4 dias entre a oferta e a introdução de um outro alimento para verificar a existência de reação alérgica e intolerância.
A refeição de sal ou papa salgada deve ser introduzida inicialmente e deve conter um cereal (arroz, macarrão, milho) ou tubérculos (batata, mandioquinha, inhame), uma fonte de proteína que pode ser carne ou leguminosa (feijões, ervilha, lentilha), ou ovo e ainda uma ou duas hortaliças (verduras e legumes).
A alimentação complementar deve ser variada, visto que uma alimentação uma dieta monótona favorece a deficiência de nutrientes específicos.
Para que a criança aceite bem os alimentos, estes devem ser oferecidos com freqüência, sendo muitas vezes necessárias de 8 a 10 exposições a um novo alimento para que este seja aceito pela criança.  As evidências sugerem a introdução de alimentos complementares é mais bem aceita por crianças amamentadas, pela exposição precoce a diferentes sabores e aromas no leite materno.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Saúde ou Doença? Faça a sua escolha!

Nós damos os melhor caminho assim como o anjinho do vídeo, mas no final das contas cada um tem autonomia para decidir o caminho a ser seguido!!! Faça a sua escolha, mas seja consciente do que encontrará lá na frente!!!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Anvisa quer banir drogas para emagrecimento - Reportagem da Veja

Foco são substâncias que atuam no sistema nervoso central  

Combate à obesidade: apenas a substância orlistate, que age no intestino, continuará com venda liberada (Stockbyte/Thinkstock)
Em 2009, foram vendidas no Brasil 67.500 toneladas de sibutramina. Nos países da União Europeia a venda da droga já é proibida desde 2010
O reinado dos remédios emagrecedores está por um fio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer banir a comercialização de todas as drogas usadas para emagrecer que atuam no sistema nervoso central: a sibutramina e os derivados de anfetamina (femproporex, dietilpropiona e mazindol). A única droga para o tratamento da obesidade cuja venda deverá continuar liberada é o orlistate (Xenical), que atua diretamente no intestino, reduzindo em cerca de 30% a absorção de gordura.
Desde o ano passado, a Anvisa vem impondo novas regras que endureceram os critérios de venda da sibutramina. Estudos indicam que o consumo dessa substância aumenta o risco de problemas cardíacos. Ela deixou de ser vendida como medicamento comum e passou a integrar a categoria dos anorexígenos, remédios que exigem receita especial.
A proposta de proibir os emagrecedores foi anunciada a especialistas e entidades médicas da área na semana passada e será publicada nesta quarta-feira no site da agência, junto com um parecer técnico. Para médicos endocrinologistas que atuam no combate à obesidade, a medida é radical demais e vai deixar os pacientes sem opção de tratamento, já que o controle da fome e da saciedade ocorre no cérebro.
"Quase metade da população brasileira tem sobrepeso. Muitos pacientes não conseguem perder peso com o tratamento clínico convencional, que inclui dieta e exercícios físicos. Como vamos controlar a obesidade desses pacientes sem mexer no cérebro?", diz o endocrinologista Márcio Mancini, chefe do departamento de obesidade do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo.
Estudo - Os benefícios dos remédios não superam os riscos. Esse é o principal argumento que a Anvisa pretende usar na próxima semana, durante audiência pública, para convencer a classe médica de que é melhor proibir de vez o uso de medicamentos usados para emagrecer. Segundo Dirceu Barbano, diretor da agência, o assunto vem sendo discutido desde o ano passado, quando a União Europeia baniu a sibutramina. "Quase nenhum outro país tem sibutramina. As anfetaminas também estão diminuindo. E não há notícia de que isso piorou ou atrapalhou o tratamento da obesidade." Em 2009, foram vendidas no país 67.500 toneladas de sibutramina.
Segundo Barbano, a Anvisa fez um levantamento interno e concluiu que, por mais que o medicamento seja controlado e indicado apenas para pacientes com determinados perfis, não há evidências suficientes que demonstrem que a perda de peso supera os riscos cardíacos. "A nossa proposta, sustentada por uma extensa pesquisa, é de retirada imediata desses produtos do mercado. A não ser que consigam nos demonstrar com dados consistentes que estamos errados e esses remédios são bons e seguros", diz.

‎"Como vamos controlar a obesidade desses pacientes sem mexer no cérebro?" Primeiro: dá sim pra "mexer" no cérebro afim de controlar ansiedade e outros transtornos de pacientes obesos de maneira saudável sem a utilização de medicamento! Os nutrientes presentes nos alimentos estão aí pra isso!!! Concordo que essas drogas sejam banidas do mercado, mas isso é só a ponta do ice berg. E deveriam começar a proibir a venda de tantas porcarias disponíveis no mercado em termos de alimentação, banir as propagandas dessas porcarias chamadas de alimentos, que estão cheios de subst. tóxicas, que contribuem para o excesso de peso da população... É mto óbvio: cada dia temos mais porcarias no mercado e cada dia aumenta mais o número de obesos e pessoas com excesso de peso no pais! Coincidência?!? Não! Ignorância! O Xenical continua liberardo! Afinal é tão inofensivo, né?!? Ele atua diretamente no intestino, como diz a reportagem. Ok. Acaba com o intestino, causando diarréia com consequente perda de líquidos e nutrientes! Excelente não é msm? Com o intestino detonado e déficit de nutrientes essencias como o indivíduo quer emagrecer e ter saúde?!? Ahhh, me poupem...

Vamos parar com essa idéia de que para tratar obesidade é só comer menos, comer frutas, saladas, arroz integral, fazer atividade física e tomar antidepressivos! Em mtos casos a obesidade vai mto além disso!!! Cada caso é um caso e deve ser avaliado por um profissional COMPETENTE!!!
Danielli Sales

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Leite: Tomar ou não? A escolha e Sua!

Em primeiro lugar devemos ter em mente que o leite produzido pelas fêmeas de qualquer espécie tem suas características nutricionais adequadas para atender a necessidade da sua própria espécie. Sendo assim, o leite de vaca é ótimo, para o bezerro! O leite de vaca contém 3x mais proteínas que o leite humano, porém acidifica o sangue, sobrecarrega o rim e ao contrário do que se imagina, se consumido em altas quantidades, aumenta a excreção de cálcio urinário, podendo levar a cálculos renais, osteoporose, etc...
Nosso organismo não possui enzimas capazes a de digerir a betalactoglobulina, proteína presente no leite de vaca. O leite apresenta ainda outras proteínas alergênicas que irritam a mucosa do intestino causando uma hiperpermeabilidade,  o que acarreta a passagem de macromoléculas e dificulta a absorção de nutrientes essenciais.
Essas macromoléculas passam intactas pelo intestino, caindo na corrente sanguínea, o que vai ativar o sistema imunológico, que as reconhece como um corpo estranho e vão atacá-las como forma de defesa. Ativado, o sistema imune libera substâncias inflamatórias, podendo estas reações desencadear sintomas em diversos órgãos-alvo dependendo da pré disposição individual, podendo se manifestar por alterações físicas, mentais ou emocionais.
A qualidade do leite, também deve ser questionada. O leite consumido hoje contém inúmeras substâncias como hormônio de crescimento bovino, resíduo de antibióticos (para tratamento de mastite),  resíduo de pesticidas utilizados para tratar as pastagens, pus de animais infectados,  etc.  Além disso o processo de pasteurização destrói vitaminas e enzimas, presentes naturalmente no leite.
O BGH (hormônio de crescimento bovino), também conhecido como BST, aumenta os níveis de IGF-1 (fator de crescimento de insulina), o qual estudos apontam estar relacionado com o desenvolvimento de câncer.
Apesar de ser considerado um alimento de baixo índice glicêmico o  leite aumenta muito a liberação de insulina no organismo, o que pode causar resistência a insulina, o que está relacionado com diversos problemas como síndrome metabólica, síndrome de ovários policísticos, obesidade, dificuldade em perder peso, acne, entre outros.

Ressalto aqui que ao entrar em contato com algumas das maiores marcas de leite disponíveis hoje no mercado, solicitando um laudo comprovando que as vacas eram livres do hormônio de crescimento bovino, obtive resposta de apenas uma delas, onde dizia que as vacas são sadias, e a empresa não fornece laudos. Bela, resposta! As outras nem se deram o trabalho de mandar uma resposta. Ok, esse tipo de hormônio é liberado no Brasil, mas será que vale a pena correr o risco e exagerar no consumo de latícinios?