quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Dica 3

Evite produtos industrializados! Eles estão cheios de substâncias tóxicas, que ficam acumuladas na gordura do corpo, dificultando a perda de peso, além disso sobrecarregam o fígado!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dica 2

Beba água! Água pura! Muita água! Todas as reações do organismo dependem de água! E emagrecer não é diferente! A perda de peso libera toxinas no organismo e para colocar essas toxinas pra fora precisamos de muita água. Beba mais de 2 litros de água diariamente!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Dicas diárias de alimentação saudável

Hoje começo a postar dicas de alimentação saudável e perda de peso. Postarei uma dica por dia! Espero que ajude!

Dica 1
A base de uma alimentação saudável está nos alimentos que ingerimos da forma que a natureza oferece, ou seja: frutas, legumes, verduras, grãos e leguminosas. Dê preferência a alimentos orgânicos sempre que possível

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Aliados contra depressão

Na depressão é comum a queda nos níveis de serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de “bem estar”, além de ocorrer um grande estresse metabólico.
A nutrição pode ser uma grande aliada, melhorando e prevenindo os sintomas da doença.
Para que o organismo consiga sintetizar serotonina, alguns nutrientes são necessários, descubra quais são eles:
Triptofano: aminoácido que é convertido em serotonina no organismo, porém este depende de alguns cofatores para que esta conversão aconteça (vitamina C, B6, B9, B12, Magnésio e ácido fólico)
Onde encontrar triptofano?  Carne, ovos, peixe, banana, nozes, abacate
Vitamina C: frutas, legumes e verduras
Vitamina B6: cereais integrais, oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas), aveia, banana, gergelim
Vitamina B9 (ácido fólico): vegetais verde-escuros e gema de ovo
Vitamina B12: carnes, peixes, ostras e mariscos
Magnésio: vegetais verde-escuros, oleaginosas, cereais integrais, semente de abóbora

Gordura do bem: Ômega 3
Estudos apontam que indivíduos deprimidos apresentam níveis mais baixos de ômega 3, quando comparados a indivíduos sadios. O ômega 3 é fundamental para as funções cerebrais normais de um indivíduo, sendo uma gordura fundamental no tratamento e prevenção de depressão
Presente em peixes (atum, sardinha, salmão, arenque, truta), semente de linhaça, nozes, agrião e espinafre.
Quanto consumir: Peixes – pelo menos 1x por semana
Linhaça: 1 colher de sopa por dia (pode ser acrescentada em sucos, frutas, ou até mesmo na comida) – Deve ser triturada na hora do consumo

Chocolate: pode?
O cacau contém substâncias que estimulam a liberação de serotonina, além de ter um ótimo perfil de antioxidante, que ajuda no combate de radicais livres gerados pelo estresse metabólico. Os benefícios estão relacionados ao cacau, portando nada de se entupir de chocolate cheio de leite e açúcar, quanto maior a quantidade de cacau presente, melhor.
Quanto consumir:  até 30 gramas de chocolate  meio amargo sem açúcar

A dieta deve ser adequada em relação a proteínas, uma vez que o excesso de proteína, favorece o quadro de depressão, por diminuir os níveis de serotonina no organismo. A ingestão de carboidratos, deve ser levado em conta, pois também pode desequilibrar a produção de serotonina. Além disso o excesso de cafeína, álcool, gordura trans e açúcar são fatores que desequilibram o estado emocional, devendo assim serem evitados.

É importante lembrar que os alimentos não substituem medicamentos, principalmente em casos de doenças emocionais graves, mas complementam os tratamentos tradicionais.



“Não faças do amanhã o sinônimo de nunca, nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais. Teus passos ficaram. Olhes para trás … mas vá em frente pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te” (Charles Chaplin)



quinta-feira, 26 de maio de 2011

Stand up - Rafinha Bastos

Fantástico Rafinha Bastos com um "Stand Up" falando de NUTRICIONISTA
"Nutricionista é a médica responsável por humilhar sua vida!"


terça-feira, 24 de maio de 2011

AZEITE DE OLIVA

O azeite é um dos principais alimentos da dieta mediterrânea, que tem sido associada a menores incidências de doença arterial coronariana e certos tipos de câncer
Auxilia na redução de LDL (mau colesterol) do organismo, além de reduzir o risco de infarto ou AVC (derrame), uma vez que o consumo regular do óleo de oliva reduz a formação de placas de ateroma nas paredes dos vasos sanguíneos. Além disso possui propriedades anticancerígenas, antiinflamatória e ação hipotensora (diminui a pressão arterial).
Outro fator importante para a saúde é que o óleo de oliva previne oxidações biológicas porque é rico em polifenóis, substâncias que reduzem a formação de radicais livres. Os radicais livres são muito nocivos a saúde, pois são responsáveis pelo envelhecimento, e doenças degenerativas, tendo como exemplo o câncer.
Para as mulheres preocupadas com a aparência, o produto apresenta uma vantagem a mais pois é considerado um dos elementos que retardam o envelhecimento contribuindo, inclusive, com maior proteção à pele. Alguns povos mediterrâneos utilizam o produto em cosméticos, como ingrediente da formulação de cremes para  pele.
Classificação do azeite de oliva:
Extravirgem: acidez é menor que 0,8%, extração a frio, prensagem no máximo
24 horas após a colheita. O azeite extravirgem  contém maior concentração de antioxidandes.
Virgem: acidez entre 0,8% a 2%.
Virgem lampante: acidez maior que 2%. Destinam-se
exclusivamente para uso industrial na mistura com outros azeites
de oliva.
Refinado: azeites com grau de acidez maior que 2% →submetidos ao
refino→ produto resultante tem acidez não superior a 3%; O azeite
refinado não é vendido aos consumidores e destinam-se
exclusivamente a utilização industrial, ou seja, são misturados com
outros azeites de oliva.
 
Na hora de comprar: O melhor azeite é o extra-virgem, prensado a frio, acidez até 0,5%, com embalagem de vidro escuro, seguida da embalagem de lata escura, vidro transparente, sendo a embalagem de plástico a última opção a ser escolhida.

Forma de consumo: Utilize em preparações frias como saladas, por exemplo. Evite aquecer, pois quando aquecido muitas propriedades são perdidas. Jamais utilize para frituras.

Quanto consumir: aproximadamente 1 colher de sopa/dia.

Mas atenção, apesar dos benefícios, o azeite, assim como qualquer outra gordura, deve ser consumido com moderação, uma vez que apenas 1 grama de azeite, ou qualquer outro óleo, fornece 9 calorias.
Boa dica:  Você pode utilizar como substituto da manteiga ou margarina para passar no pão. Uma sugestão é congelar o azeite. Coloque em um potinho e deixe no congelador, se desejar utilize ervas para temperar.

domingo, 22 de maio de 2011

Características da alimentação complementar

                A OMS define como alimentação complementar o período durante o qual outros alimentos e líquidos, que contenha nutrientes, começam a ser oferecidos à criança, junto complementando o aleitamento materno. Quando um alimento complementar é especificamente preparado para atender a demanda da criança, esse alimento é definido como alimento de transição. Quando os alimentos oferecidos à criança são os mesmos consumidos pelos outros membros da família são chamados alimentos da família.
                Os alimentos complementares são necessários, uma vez que as necessidades nutricionais da criança aumentam com a idade, principalmente as necessidades de energia e alguns nutrientes, e o leite materno sozinho não tem mais a capacidade de suprir essas necessidades.
                Além de suprir as necessidades nutricionais, a partir dos seis meses a introdução da alimentação complementar aproxima progressivamente a criança aos hábitos alimentares de quem cuida dela e exige todo um esforço adaptativo a uma nova fase do ciclo de vida, na qual lhe são apresentados novos sabores, cores, aromas, texturas e sabores
Inicialmente os alimentos devem ser macios, amassados, sem no entanto serem liquidificado ou peneirados e posteriormente podem ser desfiados, picados ou cortados em pequenos pedaços.
A introdução de novos alimentos deve ser lenta e gradual, deixando um período de 3 a 4 dias entre a oferta e a introdução de um outro alimento para verificar a existência de reação alérgica e intolerância.
A refeição de sal ou papa salgada deve ser introduzida inicialmente e deve conter um cereal (arroz, macarrão, milho) ou tubérculos (batata, mandioquinha, inhame), uma fonte de proteína que pode ser carne ou leguminosa (feijões, ervilha, lentilha), ou ovo e ainda uma ou duas hortaliças (verduras e legumes).
A alimentação complementar deve ser variada, visto que uma alimentação uma dieta monótona favorece a deficiência de nutrientes específicos.
Para que a criança aceite bem os alimentos, estes devem ser oferecidos com freqüência, sendo muitas vezes necessárias de 8 a 10 exposições a um novo alimento para que este seja aceito pela criança.  As evidências sugerem a introdução de alimentos complementares é mais bem aceita por crianças amamentadas, pela exposição precoce a diferentes sabores e aromas no leite materno.